Senadora dos EUA propõe proibir ganhos com cripto de presidente e auxiliares após Trump declarar mais de US$ 1,4 bi

Resumo de mercado por IA
Um movimento no Senado dos EUA para impedir que presidentes e altos funcionários emitam, promovam ou lucrem com cripto eleva o risco de manchetes políticas e regulatórias. A proposta, vinculada à legislação sobre estrutura de mercado e coincidindo com uma próxima votação processual no Senado, sinaliza possíveis restrições, motivadas por ética, à promoção e à arrecadação de fundos com cripto. No curto prazo, isso pode reduzir o apetite por risco e aumentar a volatilidade nos principais ativos cripto, à medida que os investidores reprecificam a incerteza de política.
Nível de impacto
● Alto
Ativos afetados
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Segundo a Odaily Planet Daily, em 23 de agosto a senadora norte-americana Kirsten Gillibrand defendeu que o Congresso vete o presidente, o cônjuge do presidente e autoridades de alto escalão de emitir, promover ou lucrar com criptomoedas durante o mandato. A parlamentar quer que a restrição ética seja incorporada ao Digital Asset Market Structure Act. Uma pesquisa citada no relatório aponta que 63% dos entrevistados consideram inadequado que Trump e sua família obtenham lucro com criptomoedas. Em sua declaração anual, Trump informou que sua renda ligada a cripto ultrapassou US$ 1,4 bilhão em 2025. A discussão também alcançou o Digital Asset Market Clarity Act, que tem a primeira votação processual prevista no Senado para 15 de setembro. Gillibrand afirmou que não apoiará qualquer texto que permita ao presidente lucrar com o cargo público usando recursos amparados por contribuintes.