Etiópia reafirma veto a criptoativos e, ao mesmo tempo, impulsiona mineração de Bitcoin em larga escala
Resumo de mercado por IA
O banco central da Etiópia reiterou que usar, negociar, transferir ou prestar serviços relacionados a ativos virtuais continua proibido sem aprovação explícita, ampliando o escopo para além das criptomoedas. Embora nenhuma nova medida de fiscalização tenha sido anunciada, a declaração reforça ventos contrários regulatórios para a adoção local e a liquidez onshore. O contraste de política com as vendas em larga escala de energia hidrelétrica da Etiópia a mineradores de Bitcoin destaca uma assimetria política e regulatória, e não uma mudança direta na estrutura do mercado global de BTC.
Nível de impacto
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O Banco Nacional da Etiópia (@NBEthiopia) voltou a afirmar que o uso, a negociação ou a transferência de ativos virtuais seguem proibidos no país sem aprovação expressa do regulador. Em comunicado publicado na quinta-feira, a autoridade alertou o público a se manter afastado de criptoativos.
A nota amplia o alcance do aviso ao abranger todas as representações digitais de valor, não apenas criptomoedas, incluindo atividades de câmbio, transferências, custódia e serviços relacionados. O banco central não anunciou novas regras nem medidas adicionais de fiscalização.
A postura rígida contrasta com a atuação do próprio Estado: cerca de 600MW de energia hidrelétrica têm sido vendidos a mineradores de Bitcoin, em um dos polos de mineração que mais crescem no mundo. Com isso, a população permanece impedida de acessar o ativo cuja produção é viabilizada pela rede elétrica do país.