Ouro se estabiliza perto de US$ 4.190/onça após alta semanal superior a 2%
Resumo de mercado por IA
O ouro permanece estável perto de US$ 4.190/oz após sua primeira alta semanal desde maio, à medida que dados mais fracos de emprego nos EUA e a queda dos preços do petróleo reduziram as expectativas de novas altas de juros pelo Fed, pressionando os rendimentos reais para baixo e dando suporte aos metais que não rendem juros. Um acordo de paz provisório entre EUA e Irã e sinais de oferta da OPEP+ aliviaram a pressão inflacionária por meio de menores custos de energia. A renovada pressão política sobre a independência do Fed continua sendo um risco macro de cauda favorável ao ouro.
Nível de impacto
● Médio
Ativos afetados
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▲ Altista
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O ouro se manteve perto de US$ 4.190 por onça após registrar uma alta semanal superior a 2%, a maior desde maio. A fraqueza dos dados de emprego dos EUA e a queda dos preços de energia reduziram as apostas em novas altas de juros pelo Federal Reserve, sustentando o metal. Prata, platina e paládio também avançaram. O recuo do petróleo após sinais de maior oferta pela OPEP+ ajudou a aliviar pressões inflacionárias, favorecendo metais preciosos.