Modelos de IA chineses avançam, mas ainda não fazem pré-treinamento em chips nacionais

Modelos de IA da China vêm ganhando competitividade, mas o hardware local segue atrás: chips domésticos já são amplamente usados na inferência, enquanto não há registro de que os principais modelos tenham sido pré-treinados em silício nacional. A lacuna aparece sobretudo na etapa de pré-treinamento, a mais exigente em computação, em contraste com o pós-treinamento e a execução do modelo. Controles de exportação mais rígidos de Washington e a busca de Pequim por autossuficiência vêm levando laboratórios chineses a testar a migração de fases anteriores de treinamento para hardware doméstico, segundo o economista Gary Ng, da Natixis.