O que é Enzyme (MLN) e Como Funciona?
Enzyme (MLN) é um protocolo descentralizado de gestão de ativos que permite criar, gerenciar e investir em portfólios
on-chain usando contratos inteligentes. Originalmente lançado como Melon Protocol, o Enzyme elimina gestores de fundos tradicionais e intermediários, oferecendo aos usuários acesso transparente e não custodial a ferramentas de gestão de portfólio de nível profissional diretamente na blockchain.
O funcionamento do Enzyme é baseado em vaults — portfólios em formato de contrato inteligente que guardam ativos, executam trades e seguem regras predefinidas. Quem cria um vault pode configurar parâmetros como ativos suportados, estratégias de trading e controles de risco, enquanto investidores podem acompanhar a performance e alocar capital diretamente on-chain. Todas as ações — negociações, rebalanceamentos e cobrança de taxas — são executadas automaticamente e ficam disponíveis para auditoria a qualquer momento.
O token MLN alimenta o ecossistema Enzyme cobrindo taxas do protocolo e viabilizando a governança. O MLN é usado para pagar as taxas de rede que sustentam o protocolo e alinham os incentivos, enquanto os detentores do token participam das decisões de governança que moldam os próximos upgrades, integrações e parâmetros econômicos da Enzyme.
Quando a Enzyme Finance Foi Lançada?
A Enzyme começou sua trajetória como Melon Protocol, um projeto descentralizado de gestão de ativos concebido em 2016 por Mona El Isa — ex-vice-presidente do Goldman Sachs — e pelo matemático Rito Trinkler, por meio da empresa suíça Melonport AG. O projeto captou recursos via ICO em fevereiro de 2017 e, após anos de desenvolvimento, a mainnet foi lançada oficialmente em 2019. Nesse mesmo ano, o Melon Protocol passou por um rebranding e se tornou Enzyme Finance, com a governança migrando da empresa original para uma organização autônoma descentralizada (DAO) gerida pelo Enzyme Council.
Roadmap da Enzyme: Principais Marcos
2016 — Projeto fundado como Melon Protocol por Mona El Isa e Rito Trinkler.
Fev 2017 — ICO e distribuição do token MLN.
2019 — Lançamento da mainnet e rebranding para Enzyme Finance.
2021 — Upgrade V2 com arquitetura revisada de contratos inteligentes.
Fev 2022 — Lançamento do V4 Sulu com novos recursos e implantação multi-chain.
2023–2025 — Desenvolvimento do V5, integrações institucionais e expansão do ecossistema, incluindo fundos tokenizados e ferramentas cross-chain.
Para Que Serve o Token MLN?
O token MLN é o ativo nativo de utilidade e governança do ecossistema Enzyme. Ele é usado principalmente para pagar as taxas do protocolo geradas pelas atividades de gestão de ativos on-chain — como operações de vault e interações com fundos — sendo que uma parte dessas taxas é queimada ao longo do tempo, alinhando o uso da rede com a economia do token. O MLN também tem papel central na governança descentralizada, permitindo que os participantes influenciem decisões sobre upgrades do protocolo, parâmetros econômicos e desenvolvimento de longo prazo por meio do framework baseado na DAO da Enzyme.
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Como Funciona a Tokenomics da Enzyme Finance?
O MLN tem um fornecimento máximo fixo de 2,66 milhões de tokens, sem inflação contínua. O token segue um modelo de queima baseado em taxas: as taxas do protocolo geradas pela atividade nos vaults da Enzyme são pagas em MLN e parcialmente queimadas, reduzindo gradualmente o fornecimento em circulação ao longo do tempo. Isso cria uma pressão deflacionária vinculada diretamente à adoção da plataforma. O MLN também é usado para governança, permitindo que os detentores influenciem upgrades, integrações e parâmetros econômicos por meio do processo de decisão baseado na DAO da Enzyme.